Entendendo a simplicidade do Futebol

Entendendo um jogo simples, ...


O Futebol é, na sua essência, um jogo muito simples!


De uma simplicidade tão grande, que é capaz de ser entendido, quase que intuitivamente, a uma escala verdadeiramente global. Desde o seu regulamento, ao jogar-se basicamente sem utilizar os membros superiores, até ao seu principal objectivo... aquele que leva as equipas a se aprimorarem nos processos de treino desportivo: ganhar! E neste caso, a medida da performance também é muito simples de ser entendida: ganha aquela equipa que conseguir marcar mais golos! 


Tão simples que nem La Palisse seria capaz de fazer melhor...


Um golo, sempre que a bola ultrapassa regularmente a linha de baliza, entre os postes e abaixo da trave, é sempre... um golo!

Nunca contam “a dobrar”! Nem aqueles cuja bola entra na baliza a mais de 100 km/h, nem os de “bicicleta”, nem os de “calcanhar”. Nem as defesas “impossíveis” dos guarda-redes servem para desempatar...

Não existe qualquer “nota artística” a atribuir por um “júri”, e as suas regras muito simples mantêm-se idênticas à um século e meio, desde que foi institucionalizado. É por isso que, nas suas formas mais elementares, não necessita de qualquer árbitro para ser disputado.


Mas, paradoxalmente, este jogo tão simples é, todos os dias, motivo de inúmeros debates e acesas discussões, independentemente de estarmos na Europa, onde teve origem, ou em praticamente qualquer outra parte do mundo.


(da Introdução de Futebol GLOCAL: sistematização de exercícios de treino)


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